4ª PIADA.
COMISSÃO.
Um garotinho de cinco anos queria ganhar cem reais e rezou fazendo esse pedido a Deus por duas semanas. Como nada acontecia, resolveu mandar uma carta para o Todo Poderoso, com seu pedido.
O correio recebeu uma carta endereçada para DEUS, BRASIL e então os funcionários decidiram remetê-la para Antônio Carlos Magalhães. ACM ficou muito comovido com o pedido e resolveu enviar uma nota de dez reais para o garoto, pois achou que cem reais era muito dinheiro para uma criança tão pequena.
O menino recebeu os dez reais e imediatamente sentou-se para escrever uma carta de agradecimento:
— Prezado DEUS, muito obrigado por me mandar o dinheiro que LHE pedi. Contudo, notei que, por alguma razão, o SENHOR mandou-o de Brasília. Como sempre, aqueles filhos da puta ficaram com noventa reais de comissão e só me mandaram dez!
5ª PIADA.
SENSO DE OBSERVAÇÃO.
O médico diz aos calouros do curso de medicina:
— O primeiro requisito para se tornar bom médico é ser bom observador. O segundo é nunca, em momento algum, ter nojo do paciente.
Após esse preâmbulo, o doutor conduz os alunos para a sala de autópsia, onde se encontra o cadáver de um mendigo, morto há dois dias.
— Vamos fazer o primeiro teste. Todo mundo deve fazer exatamente o que eu fizer. Entenderam bem?
Dito isso, o médico enfia o dedo no ânus do cadáver, lambendo-o em seguida. Os alunos ficam enojados com a cena mas seguem a orientação do mestre. Todos enfiam o dedo no ânus do mendigo e o lambem. Ao final do ritual, o médico diz aos alunos:
— Vocês ainda têm muito que aprender sobre senso de observação! Será que ninguém reparou que enfiei um dedo e lambi outro?!
6ª PIADA.
APAGAR A LUZ?!
Em uma cidade, o dono do circo resolve fazer um desafio. No meio do espetáculo anuncia para a platéia:
— Pagaremos R$ 30 milhões para quem executar três tarefas impossíveis: fazer nosso elefante saltitar, sentar e falar.
De repente levanta um homem:
— Eu faço, mas tem que apagar a luz!
Meio ressabiado, o dono do circo chama o homem para o palco, traz o elefante e apaga a luz. Quando a luz apaga, o cara dá o maior chute nos ovos do elefante e pede para acender a luz. O elefante está saltitando de dor.
Agora a segunda tarefa. Apaga a luz. O sujeito dá uma paulada com um taco de golfe nos ovos do elefante que senta de tanta dor. Aplausos da platéia!
Finalmente, a terceira tarefa. Apaga a luz.
— APAGA PORRA NENHUMA, disse-lhe o elefante!
7ª PIADA.
DESCULPAS DE QUEM BROXA.
CÍNICO. Isso é que chamo de sexo frágil!
COMPREENSIVO. Liga não, ele faz isso só para chamar a atenção!
ESPORTISTA. Logo hoje que ia dar a milésima e dedicá-la às criancinhas do Brasil!
FREUDIANO. É que ele tem trauma de adolescência: vivia apanhando e era sempre cinco contra um!
GROSSO. Desculpe-me, mas é que ele tem nojo dessa coisa úmida, fedida e gosmenta.
ICONOCLASTA. Levante e ande, descrente!
INCONFORMADO. Gozado, isso nunca me aconteceu antes!
IRÔNICO. Nossa, deve ser alguma coisa que não comi!
MODERNOSO. Na verdade, acho que sexo é totalmente dispensável numa relação moderna.
SARCÁSTICO. Bem, só me resta cortá-lo e guardá-lo num vidrinho para as futuras gerações.
8ª PIADA.
O TURCO.
Um turco pegou dinheiro emprestado de um judeu. Gabava-se de nunca ter pago uma dívida sequer. O judeu, por sua vez, nunca havia perdido nenhum centavo em qualquer transação. O tempo foi passando e o turco sempre enrolando e se escondendo do judeu.
Certo dia, eles se cruzam no bar de um português e começam a discutir. O turco, encurralado, não encontrando outra saída, pega um revólver, encosta-o na cabeça e diz ao judeu:
— Posso ir para o inferno, mas não lhe pago essa dívida.
Puxa o gatilho e cai morto no chão. O judeu não quis deixar por menos. Pega o revólver do chão, encosta-o na cabeça e diz ao turco recém falecido:
— Vou receber essa dívida, nem que seja no inferno.
Puxa o gatilho e cai morto ao lado do turco! O português, que observava tudo, pega o revólver do chão, encosta-o na cabeça e diz:
— Ai, Jesus, essa briga não perco por nada!
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